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:: Caroline ANGIBAUD ::







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Wave-Ski - CAROLINE ANGIBAUD

Campeã do Mundo de Waveski 2003

CAROLINE ANGIBAUD é uma expert em wave-ski e um exemplo para muitos atletas. Com apenas 20 anos de idade e a frequentar o terceiro ano de educação física na universidade, a jovem francesa de Chateu d’Olonne, deixa-nos estupefactos com o seu curriculum desportivo. Foi sete vezes campeã de França em Wave-ski (de 97 a 03), quatro vezes campeã do mundo (99,00,01 e 03) e é a actual campeã europeia da modalidade. Caroline pertence a uma nova geração de atletas. Nunca descurou o seu investimento na aprendizagem e no ensino e, a par disso, sempre se manteve com excelentes resultados na alta competição. Um equilíbrio inteligente e sensato, permite-lhe hoje ser um exemplo para quantos duvidam da compatibilidade entre a vida académica e o treino desportivo de alta competição. Parabéns Caroline!

Kayaksurf.net - Caroline, há quanto tempo fazes wave-ski ?

CAROLINE ANGIBAUD - Comecei neste desporto em 1996 com o Mathieu BABARIT (companheiro de Caroline e actual campeão mundial de wave-ski) aqui mesmo onde vivo – Sables d’Olonne, imagem do lado. Antes, fazia surf e ainda hoje participo em competições na classe do longboard.

Que condições essenciais apontas para a prática deste desporto?

É preciso gostar muito de água, estar à vontade dentro dela e não se atrapalhar com a pagaia porque, acreditem, o wave-ski desloca-se mais facilmente do que uma prancha de surf.

Achas que a experiência da canoagem em rio é importante para começares no wave-ski?

Não sei responder muito bem porque eu não tenho propriamente uma grande experiência de canoagem em rio – não há rios bons para kayak perto do local onde vivo. Quando não há ondas, faço um bocado de canoagem no mar só mesmo para treino físico, mas nunca num rio...

Então valorizas muito mais a tua experiência do surf...

Sim, claro. O surf é um desporto complementar para dominares uma boa leitura das ondas e adoptares um estilo. Acho mesmo que esta experiência é muito mais importante para o wave-ski do que a canoagem... é que tanto o surf como o wave-ski necessitam do mesmo meio – mar a ondas. Só muda mesmo o suporte que utilizamos para surfar.

Qual o teu modelo favorito de wave-ski ?

Os meus wave-skis são fabricados pela KS que fica em Bidart (perto de Biarritz). Neste momento, a prancha que utilizo tem 2.20 m de comprido por 60 cm de largura e os respectivos finos (semelhantes às das imagem do lado). Sobre as questões mais técnicas, costumo recorrer ao Vincent, o meu shaper de total confiança. À medida que testo a prancha, vou-lhe transmitindo as sensações que tenho e ele vai procedendo às alterações mais técnicas. A decoração é que é por minha conta! Utilizo sempre o cor de rosa e o azul (sim! Aqui sou mesmo como as meninas!)

E o que pensas sobre a evolução deste desporto a nível mundial?

Neste último campeonato do mundo realizado em Guadalupe, participaram 16 países (mas ninguém de Portugal!!). Foi muito surpreendente para todos. Demonstra que, aos poucos, a modalidade vai ganhando adeptos todos os dias. Contudo, há muitos jovens que se sentem muito mais atraídos pelo surf porque transmite uma imagem mais divertida do que o wave-ski. Mesmo assim, já há muitos que preferem o wave-ski!

E sobre a participação feminina neste desporto?

Há cada vez mais mulheres a praticar wave-ski, sobretudo em França. Este ano, já éramos duas na Selecção Francesa de wave-ski. Há uns tempos, eu era a única a ser seleccionada mas agora estamos muito melhor. Nos outros países, também existem muitas mulheres a praticar este desporto mas, por falta de apoios e patrocínios, não se apresentam nas competições internacionais. Somos menos numerosas do que surf mas, estamos aí e mesmo pouquinhas, damo-nos muito bem!

Quais as melhores recordações que guardas das competições que já entraste até hoje?

Todas as competições internacionais estão recheadas de experiências e recordações. A minha viagem favorita continua a ser a de África do Sul em 2000. A competição realizava-se na baía de Jeffrey onde pudemos surfar as suas míticas ondas. Uma outra que recordo especialmente, foi em 1999 quando estive presente no campeonato do Brasil onde conquistei o meu primeiro título mundial de Wave-ski. No entanto, todos os campeonatos deixam saudades porque é lá que reencontramos amigos de outros países e temos oportunidade de surfar ondas magníficas.

Onde costumas surfar ?

Habitualmente, costumo andar por aqui pelas águas de Sables d’Olonne, perto de casa. Também costumo frequentar a costa atlântica que vai de Biarritz até Cherbourg. No Inverno, costumo ir até ao estrangeiro para águas mais quentes. São melhores para treinar porque não exigem um aquecimento tão prolongado.

Já algum dia surfaste em Portugal?

Estou tristíssima por ainda não ter conseguido ir ao vosso país. Portugal é sempre um destino em pensamento mas ainda não surgiu a oportunidade. Tenho muitos amigos que vão para aí surfar e que gostam muito. Também hei-de ir aí... só não sei quando!

Mundial da Guadalupe 2003 - Babarit e Angibaug conquistaram o primeiro lugar nas respectivas categorias

Olhando para trás, como vês agora a tua vitória retumbante no Campeonato de Guadalupe?

Eu fiquei verdadeiramente feliz com o resultado porque, no ano anterior, na Austrália, tinha ficado em terceiro lugar depois de três anos consecutivos (99, 00 e 01) em que me sagrei campeã mundial. O Campeonato de Guadalupe teve ondas soberbas serviu para restabelecer os meus níveis de confiança. Para além do mais, também estava em competição a campeã do mundo de 2002 (derrotada por Caroline). Já nos tínhamos encontrado em 2000 onde ela se classificou em segundo lugar.

Que conselhos deixas para quem queira iniciar-se no wave-ski ?

No início, procurem, se possível, o apoio de um clube da modalidade. Depois, escolham uma praia de águas mais quentes porque irão passar muito mais tempo dentro dela para se sentirem familiarizados com o wave-ski. Por último, escolham um spot seguro – de preferência em fundos de areia – com ondas pequenas e pouca gente na água. Não dispensar o uso do leash até dominarem a estabilidade da prancha. Por estes motivos todos, é que o apoio de um clube é muito bom no início, até para a questão do material. Para além de todas estas dicas, se conhecerem praticantes de wave-ski com mais experiência, não hesitem em procurar o seu apoio.



Ondas fantásticas no Mundial de Guadalupe


Foi com manobras destas que Caroline convenceu o júri

Trabalho efectuado em Fevereiro de 2004

Texto- Luis Pedro Abreu

Fotos- Paul Villecourt







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