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:: Regulamento Nacional para Provas de Kayaksurf ::







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1. OBJECTIVOS DO REGULAMENTO:


Promover uma competição justa e segura que encoraje o desenvolvimento e a benevolência entre competidores.

Promover uma medida que tabele os competidores que exibam mais e melhores manobras enquanto remam um kayak nas diversas partes da onda.



2. CRITÉRIOS GERAIS

O atleta tem que executar as manobras mais radicais e controladas na secção crítica da onda com a devida velocidade e controlo necessárias.

O atleta que execute tais manobras nas melhores e/ou maiores ondas durante a maior distância possível nessa mesma onda, será considerado vencedor.

3. CATEGORIAS E CLASSES

3.1. Categorias

A não ser que o regulamento específico da competição indique o contrário, são aceites as seguinte categorias para as provas de Kayaksurf:

a. Seniores Masculino e Femininos;
b. Juniores Masculinos e Femininos;
c. Veteranos Masculinos e Femininos.

3.1.1. Mudança de categoria

A mudança de categoria obedece ao Regulamento Geral de Competições excepto na categoria de Cadetes. A Categoria de Cadetes não poderá participar nem subir de Categoria.

3.2. Classes

Todas as categorias acima indicadas, poderão participar nas seguintes embarcações:

a. Kayaksurf - Clássico Internacional (IC) e Alta Performance (HP);
b. Kayak Estilo Livre;
c. Kayak Aberto (sit-on-top).

4. MANOBRAS RADICAIS CONTROLADAS

Os juízes de prova esperam ver mudanças de direcção do kayak na onda. Tais manobras deverão incluir bottom turns, reentradas, cutbacks, floaters, aéreos, tubos, top turns, etc. Quanto mais radicais forem as manobras, conjugadas com um maior controlo do kayak e empenho demonstrado pelo canoísta, maior será a pontuação obtida. É importante salientar que, mesmo que a atleta tenha completado 90% de uma manobra, esta não será pontuada se o final for descontrolado ou se sair da onda.

B. SECÇÃO MAIS CRÍTICA DA ONDA

As pontuações mais elevadas ocorrem quando o atleta fica mais tempo na secção crítica da onda (na cova mais acentuada junto à parede). O grau de comprometimento e o risco envolvido neste tipo de manobra justifica a sua pontuação mais elevada.

6. AS MAIORES E/OU MELHORES ONDAS

A selecção das ondas é o factor mais importante para um surfista durante a sua manga. Esta selecção é que irá ditar quais as manobras que poderá executar nessa mesma onda. Com condições de mar pequenas ou médias, deve-se dar menos importância a este aspecto pois as melhores ondas poderão não ser as maiores. Porém, numa competição em que se observem ondas, a parte mais importante dos critérios de pontuação será o tamanho. O atleta que demonstre estar preparado para surfar as maiores ondas demonstra um maior empenho. Mas um atleta não obtém automaticamente uma pontuação elevada pelo facto de escolher as maiores e melhores ondas. Terá que obedecer à primeira secção dos critérios de pontuação (quantidade de manobras que efectua na onda) de forma a obter a melhor prestação.

7. MAIOR DISTÂNCIA FUNCIONAL

As pontuações mais elevadas são atribuídas às ondas mais “compridas”. É importante salientar que a distância funcional de uma onda significa a maior distância possível que pode ser surfada num plano horizontal dentro do campo de visão dos juízes, enquanto realiza as manobras

8. JULGAR COM MÁS CONDIÇÕES DE MAR

Em condições de ondas menos boas, os juízes da prova estarão atentos aos atletas que utilizem todos os recursos das ondas para realizar manobras rápidas - que seriam efectuadas da mesma forma em condições normais – tendo em conta a sua menor amplitude. As pontuações serão mais elevadas se as manobras forem encadeadas sem recurso à remada até à secção mais próxima

9. INTERFERÊNCIAS

Para determinar uma interferência, os juízes devem decidir primeiro qual o atleta que tem a prioridade na onda. Depois há que determinar se o atleta com prioridade foi de alguma forma prejudicado na sua prestação. A palavra-chave neste critério é "possivelmente ". Se o juiz considerar que algum competidor impediu/prejudicou a prova de outro, a interferência deve ser considerada

9.1. O que os Juízes devem considerar

A. Qual o atleta que tem prioridade? No momento do arranque, atleta que se posiciona no interior da onda tem sempre a prioridade.

B. Houve ou não interferência? O atleta com a prioridade foi de alguma forma prejudicado na sua pontuação?

C. Qual das regras foi infringida? Impedimento, provocação de queda, aproximação excessiva, etc.

9.2. A Regra de Interferência

O atleta que conseguir posicionar-se no interior da onda (parede visível para a praia) obtém automaticamente a prioridade incondicional ao longo de toda essa onda. A Interferência será considerada se, durante essa onda, a maioria dos juízes considerar que o outro competidor interferiu prejudicialmente na prova do outro atleta. Sempre que um atleta se encontre em frente de outro com prioridade tem a possibilidade de abandonar a onda antes de ser considerada interferência, excepto se interferiu de alguma forma na prestação do atleta com prioridade.

A. Point Break - Quando só existe uma direcção possível da onda, o atleta com a posição mais próxima do pico terá o direito incondicional da onda durante todo o seu percurso.

B. Single Peak - Se for um pico com possibilidade de esquerda e direita, a prioridade vai para o primeiro participante que faça uma rotação (para a esquerda ou direita) na para a direcção que elegeu. O outro participante pode ir em sentido oposto, na mesma onda, sem ser penalizado sempre que não estorve o que tem a prioridade.

C. Beach Break (Picos Múltiplos) – Se dois picos separados se encontram, ambos os atletas na onda respectiva deverão abandoná-la ou seguir uma trajectória que evite uma colisão. Neste caso:

- Se ambos abandonaram a onda evitando uma possível colisão, nenhum deles é penalizado.
- Se cruzarem e chocarem, os juízes de prova penalizarão o que foi considerado motivador da colisão (agressor), ou ambos.
- Se, em caso de colisão, ambos forem considerados “agressores”, a penalização será atribuída aos dois competidores.

10. INTERFERÊNCIAS NA REMADA

Pode ser considerada Interferência na Remada se:

A - O atleta sem prioridade entrar em contacto com o que tem o direito à onda, ou o obrigar a mudar de direcção causando uma possível perda de pontuação.

B - O participante sem prioridade causar, claramente, a quebra de uma secção a quem tem o direito à onda, prejudicando a sua potencial pontuação.

C - Se um atleta tentar sair da onda para ceder a prioridade mas, mesmo assim, não consegue evitar a colisão, caberá aos juízes decidir por maioria se tal acto foi acidental ou propositado, e com base nesse critério aplicar ou não a regra da interferência.


11. PONTUAÇÃO DE MANOBRAS

Serão alvo de maior pontuação as ondas iniciadas mais próximo da zona de parede mais vertical, e que ao longo da onda se mantenham junto à zona mais activa da onda. O uso de todas as partes da onda será permitido sempre que a intenção seja acrescentar mudanças de velocidade ou direcção do kayak. As pontuações mais altas serão atribuídas quando as manobras são terminadas em secções críticas da onda, ou seja, mais próximas do seu pico.

A pontuação deverá reflectir basicamente o tamanho e a forma das ondas surfadas, o tamanho e o estilo de descida da parede, a velocidade e comprimento do percurso, o número de manobras realizadas na parte mais potente da onda, a velocidade de execução e a dificuldade dessas mesmas manobras:

1. SELECÇÃO DE ONDA: Deve ser pontuada a boa selecção de ondas;

2. ESTILO DE SURF: É a chamada "atitude" de cada um dos atletas enquanto surfa a onda. A sua elegância e peculiaridades devem ser também julgadas;

3. ESPECTACULARIDADE: O chamado “show-off” que cada um imprime ao seu surf;

4. LONGITUDE: O tempo que o atleta passou na onda a surfar em posição legal;

5. TAMANHO DAS ONDAS: Quando possível, é de pontuar a selecção das maiores ondas como potenciadoras de maior espectáculo;

6. APROVEITAMENTO DA ONDA: Como o atleta combina o seu surf com a potência e energia da onda;

7. CRIATIVIDADES: A imaginação de cada um é posta à prova. Novas manobras ou novas combinações de manobras existentes, por exemplo;

8. DIFICULDADE DAS MANOBRAS: As mais elaboradas e difíceis serão, obviamente, as mais pontuadas.

"Se no final da onda o atleta executar manobras na espuma da rebentação, estas deverão ser pontuadas consoantes os critérios anteriormente definidos. O júri ressalva que as pontuações mais elevadas serão logicamente atribuídas a quem explorar o surf lateral das ondas seleccionadas (sem espuma)."

12. REGRAS GERAIS

a. Todos os competidores devem ter preenchido um formulário de inscrição e liquidado todas as despesas inerentes à inscrição respeitando, para tal, todos os prazos instituídos.

b. Na altura da inscrição, todos os competidores devem ser informados acerca das regras da competição e exigências de segurança.

c. A organização deverá providenciar todas as condições de segurança exigidas para a realização da prova, bem como informar todos os competidores acerca das mesmas. Todos os competidores têm que assistir ao briefing inicial sobre as questões de segurança e inerentes formas de salvamento.

d. Os organizadores deverão providenciar, dentro das suas possibilidades, a presença de juízes aptos para o evento.

e. Os competidores devem estar preparados para, se necessário, agirem como os juízes ou escriturários quando solicitado pela organização.

f. Todos os potenciais juízes (não-competidores) devem ser alvo de uma pré-qualificação e inseridos numa lista de “Juízes Elegíveis” que será divulgada antes da competição ter início.

g. Ninguém poderá desempenhar as funções de juiz numa prova de Kayak Surf caso o seu nome não conste na lista de ”Juízes Elegíveis” que foi divulgada antes do início da prova.

h. Antes de iniciar a sua manga, é da responsabilidade de cada competidor informar o Director de Prova acerca desse facto. Uma falha de comunicação ao Director de Prova acerca deste factor, será alvo de possíveis sanções por parte do júri.

i. Qualquer competidor que seja eliminado por um qualquer motivo, não pode reentrar numa fase posterior.

j. Qualquer competidor que se encontre a remar na área destinada à realização da prova e não fizer parte dessa manga, será alvo de sanções por parte do júri.

k. Todos os competidores têm que entrar na sua manga vestindo as lycras distribuídas pelo Director de Prova. Nunca serão permitidas cores iguais ou aproximadas nas lycras vestidas pelos competidores.

l. Os competidores podem ter ajuda no esvaziando dos kayaks e posterior reentrada no mar enquanto a sua manga estiver a desenrolar-se.

m. As mangas deverão ter, no mínimo, 15 minutos de duração.

n. Os kayaks dos competidores devem ser inspeccionados e aprovados de forma a satisfazerem todas as exigências técnicas e de segurança impostas pela organização da prova. Para além desta aprovação (efectuada na altura da inscrição), todos os kayaks devem ser alvo de uma inspecção visual por parte do Director de Prova antes de entrarem na água no momento inicial de cada manga.

13. REGRAS DE SEGURANÇA

Todos os kayaks em prova (independentemente das categorias), devem ter:

- Contornos arredondados;
- Um diâmetro mínimo de 50mm (permitindo 6mm protuberância) vistos de cima;
- Flutuabilidade mesmo quando cheios de água;
- Todos deverão ter pegas nas extremidades colocadas a não mais que 3 cm das pontas do kayak;
- Os kayaks que tenham as pegas a mais de 3 cm das extremidades, devem ostentar fitas de alcancem a extremidade do barco;
- São exigidos Capacetes e Coletes aprovados a todos os competidores.

13.1. É obrigatório o uso de Capacetes e Coletes aprovados a todos os competidores

14. COMPETIDORES INTERNACIONAIS

Homens - Clássico Internacional (IC) – Equipas de 4 homens;

Mulheres IC – Equipas de 2 mulheres;

Homens – Alta Performance (HP) – Equipas de 4 homens;

Mulheres HP – Equipas de 2 mulheres;

Juniores – Clássico Internacional (IC) - 2 juniores;

Número de máximo de Substitutos: 2 homens, 2 mulheres, 1 júnior;

Número total de membros de uma equipa: 14 mais os substitutos;

15. ESPECIFICAÇÕES DOS KAYAKS

a. Clássico Internacional (IC): 3 m ou mais, medidos num plano horizontal.

b. Alta Performance (HP): nenhuma restrição em relação ao comprimento

15.1. CASCO

a. Qualquer material é permitido para construção do kayak;

b. Todos os kayaks “sit-in” têm que permitir a utilização de um “saiote” que cerque por completo o canoísta e impeça a água de entrar na embarcação;

c. Cabe à organização do evento a decisão de desqualificar qualquer competidor que ostente um kayak considerado perigoso para a competição ou que, de alguma forma, não respeite as especificações e exigências do regulamento;

d. No IC: Não são permitidos finos.

e. Na HP: não há qualquer restrição e os finos são permitidos.

16. CAMPEONATO NACIONAL

16.1. Pontuação Individual

Classificação Pontuação

1º 33
2º 27
3º 21
4º 15
5º 14
6º 13
7º (...)

17. TAÇA DE PORTUGAL

17.1. Programa

A Taça de Portugal será disputada em num máximo de 3 provas.

17.2. Pontuação A pontuação da Taça de Portugal segue os mesmos princípios que o Campeonato Nacional.

17.3. Ranking sub-23

Em todas as Taças deverá ser feito um Ranking dos atletas Sub-23 (subcategoria do escalão sénior) e deverão ser entregues prémios a esta subcategoria. Porém, todos os Seniores disputam uma só prova.


Aprovado em Assembleia-geral realizada no Porto, em 28 de Outubro de 2006.

Fonte: Federação Portuguesa de Canoagem




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