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:: RUI CALADO / WATERTECH KAYAKS ::









Rui Calado / Watertech Kayaks

Novos waveskis e W-Team reforçada



Pedro Castro, Bruno Melo e Rui Calado / W-Team


Nunca é demais relembrar que a Watertech surgiu no mercado há… três anos! Aproveitando o Mundial de 2007 no País Basco, Rui Calado e Pedro Castro – os homens fortes da W – rumaram a Mundaka e Bakio onde apresentaram o Lúcifer. Desde essa data - que mais parece ainda ter sido ontem – a Watertech tem evoluído a um ritmo imparável. Com cinco surfkayaks no mercado e quatro waveskis, já é difícil não dar por eles nas ondas um pouco por todo o lado. Associaram-se à prestigiada NELO Kayaks e engrossaram as fileiras da equipa com o shaper Bruno Melo. A par deste percurso, surgia a W-Team com “contratações” surpreendentes onde figuram vários campeões do mundo. Entretanto, recebemos fotos e reports de provas em Israel, EUA, Itália, Inglaterra, Irlanda, França, Espanha entre outros, onde já se vêm modelos da Watertech a vingarem nas ondas. Aliás, essa foi mais uma conquista da Watertech em 2009… viu vários modelos da marca no pódio do Mundial e venceu a prova de Mundaka com Edu Etxeberria e Bruno Melo. Muito bom.

Depois desta breve apresentação, tempo para nos dedicarmos ao mote de mais uma conversa com o Rui Calado - a nova geração de waveskis. Bruno Melo e a equipa da SPO, trabalharam meses a fio no design e produção das novas máquinas. Elas aí estão. Quatro modelos distintos “made in Portugal” que já conquistaram grande nomes do waveski internacional.

kayaksurf.net - Olá Rui! Acabámos 2009 com o sucesso do ONA e agora, a Watertech abre 2010 com uma nova e arrojada geração de waveskis. Apresenta-nos as novas máquinas...

RUI CALADO - Isto é um trabalho que nunca tem fim, está sempre em constante evolução. Sempre acreditámos que deveríamos ter as duas componentes na W, os fechados - sit in - e abertos, - sit on, pois são dois estilos diferentes mas que se tocam em muitos aspectos e se complementam no que toca a curtir nas ondas. Com uma boa rodagem nos kayaks e uma boa experiência nos waves decidimos que era o momento de apostar forte também nesta componente. E não quisemos desta vez estar com compromissos, procurámos os materiais com mais qualidade, a melhor tecnologia e os especialistas em cada etapa da construção de um waveski. O resultado vai impressionar...


O shape inovador e original é feito pelo W-Shaper Bruno Melo, é o resultado de uma série de máquinas de surfar feitas de há um ano para cá, com inputs de riders conceituados, da nossa W-team e não só. Já vamos na segunda geração de waveskis e fomos afinando os diversos shapes até conseguimos pranchas muito equilibradas, rápidas, manobráveis e muito, muito divertidas. A laminagem é feita pela SPO (http://www.sposurf.com/), uma conceituada marca de pranchas de surf nacional, eles estão envolvidos a fundo neste projecto e têm sido uma grande mais valia. Conseguimos aliar a grande experiência de milhares de pranchas produzidas pela equipa SPO, agora em versão epoxy com a acessoria de um perito estranja neste tipo de tecnologia.

Usamos os materiais de topo que existem no Mercado, quer do tipo de poliestireno quer de fibra e de resina epoxy, investimos numa estufa com capacidade para 5 waveskis que permite uma pós cura muito controlada e com resultados ultra rígidos e estabilizados. Isso dá-nos um grande conforto em termos de garantia de produto final, de rigidez, perfeição e leveza. E a SPO têm trabalhado bem ao nível de colocação de inserts com reforços, posicionamento dos fins, utilização de novos materiais nos stringers, stringers parabólicos em carbono… you name it :-)

Os novos waves têm impressionado, não só pela excelente qualidade, mas também pelos décors originais... a quem devemos estas novas "decos"?

O Bruno Melo, alem de ser artista a fazer o shape é depois o pintor de serviço eh eh eh... Ou seja, começa o trabalho e depois remata-o em beleza... Em conjunto com o Bruno e a sua equipa da Guliver foi estudado este grafismo inovador, pretendemos dar um look original, muito “High Tech”. Os grafismos de base são colocados antes da laminagem, a pintura é posterior, aqui tivemos uma vez mais o input da SPO que segue essa linha, a grande vantagem é a de se poder rectificar a pintura mesmo depois de uma reparação, o que não é possível se a pintura for feita antes da laminagem. O resultado está à vista...




Bruno Melo shaping



A W avança com quatro modelos distintos (tamanho, volume, etc). Explica-nos resumidamente a necessidade de apresentarem este leque de alternativas...

A ideia é sempre a mesma, ter possibilidade de escolher um tipo de waveski conforme o nosso tamanho, nível técnico, tipo de ondas e de surfada que pretendemos. Como regra, quanto mais experiência a malta tem mais pequena quer a máquina:

Temos o 8'0" - 244 cm X 61.5 cm – um waveski mais comprido indicado para quem pretende uma machine mais previsível e estável, para a malta maior e mais pesada ou para quem gosta de fazer onda mais lenta ou menos vertical.

Depois vem o mais versátil, o 7'8" - 234 cm X 61.5 cm (ou 59 cm), um bom compromisso para a maior parte dos raiders de tamanho e peso médios e dos tipos de onda e estilos.

De seguida temos o 7'5" - 225 cm X 60 cm – pensado para malta um pouco mais pequena e leve, para onda mais rápida e cavada, uma prancha mais manobrável.

E por fim vem o 7'0" – 215 cm X 59 cm – para malta pequena e leve, raparigas e riders mais novos, juniores e infantis. É excelente para manobrar desde que se consiga domar um animal tão endiabrado...

Qualquer destas medidas é feita em 3 níveis técnicos:

W – Mais volume, rails menos pronunciados, banco mais baixo
WW – Médio volume, mais rails, banco intermédio
W-GURU – Baixo volume, mais rails, banco mais elevado

O tail pode ter várias configurações, round pin, square, swallow, etc etc...

Aos poucos, sabemos das novas "contratações" para o W Waveski Team... queres apresentar-nos alguns dos raiders desta ala da Watertech?

Pois esta nova geração de waveskis está muito à frente em termos de shape e qualidade de construção, e isso deu-nos confiança para partir lá para fora e levar riders muito técnicos a andar com os nossos waveskis. Temos andado em contactos com riders que nos interessam para integrar a nossa W-Team nos Waveskis, os critérios são diversos, como a experiência, visibilidade que nos dão, capacidade para dar feedback técnico dos waveskis, espírito de desenvolver a modalidade e também estamos a apostar nos novos talentos... Neste momento temos connosco já uma série de elementos que acreditam na qualidade dos nossos waveskis e que nos têm dado uma ajuda através de criticas construtivas:



1: Bruno Melo / 2: Lionel Angibaud / 3: Francisco Saraiva / 4: Mathieu Jonneaux / 5: Unai Uribeondo


O Unai Uribeondo do País Basco, sem dúvida o melhor rider da península Ibérica e um dos melhores da Europa. Ele tem vindo cá diversas vezes para trabalhar com o Bruno nos novos shapes e está a 100% envolvido neste projecto;

Depois temos o jovem Francês (mas que já dá muitas cartas) Mathieu Jonneaux, uma aposta na nova geração que já obteve muitos bons resultados em provas classe Júnior (podem consultar a entrevista que o kayaksurf.net já fez ao jovem francês).

A mais recente “aquisição” foi o Francês Lionel Angibaud, irmão da famosa Caroline, que também já provou em muitas competições mundiais ser um valor seguro.

Por cá, temos o verdadeiro aficionado pelo waveski Francisco Saraiva - Cisco - que tem rodado com diversos waves nossos e nos ajuda também a aperfeiçoar muitos aspectos das novas máquinas. E que tem uma escola de waveski, o que também nos interessa claro. E depois temos o Bruno Melo que nunca deixa de testar as máquinas que desenha, e que bem que ele o faz...

De resto, muitos elementos da W-team kayak também estão a andar com os waves o que nos dá bastante satisfação. Quer dizer que se divertem nas 2 componentes... Gostaríamos de apoiar mais alguém cá em Portugal, um rider que estivesse a evoluir bastante e que tivesse as características e espírito dos outros W-Riders que estamos a apoiar. Como o Miguel nos kayaks por exemplo... mas de momento ainda não encontrámos a pessoa certa.

Para o ano teremos o Mundial de Waveski no Ocean Spirit. Quais as expectativas da W para este evento?

Grandes, claro. Estamos a ver se preparamos as coisas para ver alguma malta da frente a ter resultados com os nossos waveskis. Isso daria uma enorme satisfação a todos os elementos da Watertech, especialmente ao Bruno como shaper e organizador do evento e também à malta da SPO pois vão estar a surfar no quintal deles...

E este ano na Session... vamos ter alguma novidade da W para apresentar?

Epá o segredo é a alma do business ;-D
Posso adiantar que temos uma boa surpresa preparada mas ainda é cedo para a revelar... Um dos nossos grandes objectivos tem sido ao longo do tempo e sempre será - alem da perspectiva económica da coisa claro - ver o desporto do surf sentado evoluir e ter cada vez mais adeptos e nível. Nisso estamos em perfeita sintonia com o espírito da Session e por isso temos sempre estado presentes e apoiado o evento na medida das nossas capacidades.





Unai Uribeondo and his Watertech Waveski surfing in Basque Country


Para quem tenha dúvidas em adquirir um waveski ou um surfkayak... que conselhos e distinções enuncias?

Os Waveskis permitem a quem não tem muita experiência, evoluir muito mais rapidamente pois não exige tanto em termos de apoios e esquimotagem. Alem de não ter o efeito psicológico de estar “enfiado” e “preso” dentro de uma máquina de surfar. Nos waveskis se a coisa corre mal e viramos, é saltar outra vez para cima dele e seguir caminho, no kayak nos primeiros tempos é preciso vir a nadar com ele à areia e tirar a água, etc. Já metemos muita gente num waveski e a primeira onda que fizeram foi logo a curtir. Já o kayak implica mais trabalho e treino... Até os surfistas “toleram” melhor a presença de um wave do que um kayak no mesmo pico, é mais parecido com as suas pranchas, é apenas uma espécie de “prancha de surf grávida” com um surfista sentado e de pagaia na mão...




Muitos riders de kayak dão uma perninha nos waves, estranhamente o contrário não se costuma verificar muito. Vemos por exemplo o Chris Hobson ou o Nathan Eades que também andam de waveski, mas já não vemos o Babarit, por exemplo, a andar em kayaksurf...

Na escolha Kayak ou Waveski, ambos têm vantagens e desvantagens, mas nenhum deles é melhor ou pior, apenas um pouco distintos. Em termos gerais poderíamos dizer que:

Vantagens Waveski – Facilidade com que se começa a desfrutar, permite mais amplitude movimentos, é mais “solto”, mais manobrável, permitem entrar no mar mesmo quando há um pouco de quebra coco na areia ou rochas, flutuam mesmo se partirem o que nos permite manter à superfície agarrados a ele, implica menos equipamento tornando a logística de uma surfadela mais simples e prática.

Desvantagens Waveski – É mais difícil passar a rebentação e curtir com o mar mais desmanchado, o centro de gravidade é mais elevado e portanto mais instável, são mais frágeis no que toca a impactos (ver resposta em baixo).

Vantagens Kayak – É mais fácil passar a rebentação e andar com mar mais agitado, são mais estáveis, mais resistentes aos impactos e mais confortáveis pois vamos fechados com menos contacto com a água e temos um apoio de costas para nos colocar na posição correcta.

Desvantagens kayak – São mais técnicos no que respeita a recuperação depois de um tralho, implicam o factor psicológico de andar fechado dentro de algo, são mais limitados se houver quebra coco ou rochas para entrar no mar, implicam mais equipamento (saiote, colete, anoraks, etc)

Por experiência própria e pelo único waveski que tive até ao momento, depressa vi que é material que necessita de maiores cuidados do que um surfkayak... concordas?

Bem mais. Têm que ser encarados como uma prancha de surf. Apesar de serem feitos com epoxy e mais rígidos do que uma prancha, são sem dúvida bastante frágeis. Para serem leves e com alguma flexibilidade não se pode colocar demasiado material e portanto são sempre “bebés de colo”... Mas para prolongar a vida de uma destas machines basta ter alguns cuidados:

Não deixar expostos ao sol directo ou a temperaturas elevadas pois afectam a laminagem, os nossos waves vêm uma válvula de pressão que pode ser automática (dispara sozinha a partir de determinada pressão) ou manual. Se for manual e viajarem de avião ou os deixarem ao calor mesmo dentro de um saco, convém deixar a válvula aberta e depois não se esquecerem de a fechar antes de entrar para dentro de água.

Outros cuidados são o de não o apertar demasiado se o transportarem nas barras do carro, evitar impactos na areia ou rochas (se embicarem na areia o nose sofre bastante), transportá-lo sempre pelo ar até à água e não o arrastar mesmo que seja areia, ter atenção às pagaiadas de lado ou na frente do wave, não o guardar molhado, se partir não voltar para dentro de água, deixar secar com a parte partida para baixo para sair a água e reparar antes de voltar a surfar...




Para finalizar... destaca quais as principais vantagens que os compradores de W-Waveski terão face à concorrência...

Para os riders nacionais não há dúvida que logo de caras têm a vantagem da proximidade e da facilidade com que podemos resolver problemas e dar resposta aos feedbacks. Em primeiro lugar a SPO garante-nos rapidez e qualidade nas reparações, se um rider partir o seu wave no domingo, no próximo sábado já o tem pronto a rolar outra vez :-) reparado pelas mesmas pessoas que laminaram a prancha!

E depois temos a proximidade do shaper, o Bruno é um rider também, anda na água e vê o estilo de surf que cada um tem e o tipo de prancha que precisa, seja a nível de distribuição de volumes, do tipo de rails, etc. Essa é uma mais valia que mais marca nenhuma tem para o mercado nacional e até espanhol...

Neste momento temo-nos deparado com alguma resistência por parte de alguns raiders em relação aos nossos waves, o que nos deixa um pouco tristes pois seria bom ter esse apoio para ganhar algum alento para outros voos mais longe... mas por outro lado, quando vemos craques como o Unai, o Angibaud ou o Jonneaux a escolherem a nossa marca, só nos deixa orgulhosos

É um projecto nacional e de excelente qualidade, está em fase de implementação e de grande evolução, gostávamos de afirmar e provar uma vez mais que “O que é Nacional e Bom!”. Temos o exemplo do construtor de kayaks com que trabalhamos (a NELO), teve que se afirmar lá fora para depois ser desejado por cá, enfim... Estamos cá para moldar waveskis... Não mentalidades :-)


"É um projecto nacional e de excelente qualidade, está em fase de implementação e de grande evolução,

(...) Estamos cá para moldar waveskis... Não mentalidades :-) "











Para a malta lá fora, principalmente na Europa, estes Waveskis apresentam-se com uma qualidade de topo e estamos certos que isso vai começar a ser reconhecido muito em breve. O mercado Europeu não está muito bem servido de alternativas de qualidade e muitos têm de mandar vir uma prancha da Austrália, África do Sul ou dos EUA, ou então ficar alguns meses à espera de um KS...

A nossa referência em termos de shape e qualidade é a KS que parece que está a atravessar um período difícil, é nesse patamar que nos queremos posicionar... Além do preço de mandar vir um waveski de tão longe ainda há o factor “resolução de problemas”, é mais fácil (e barato) a um Francês ou Espanhol de ter a nossa assistência do que ter a de alguém nos EUA ou Austrália...

Nós conhecemos bem esse problema com os nossos kayaks. Quando enviamos um kayak para a Austrália e o dono tem depois um problema, demora muito tempo e dinheiro a resolver. Quem adquirir um W-Waveski fica com uma máquina bem desenhada, com uma grande rigidez e leveza, cerca de 6 Kg. E depois somos os únicos a colocar pormenores muito importantes como os reforços dos inserts, stringer ultra resistente e flexível onde é mais necessário, foot straps, banco e cintos de boa qualidade. De origem já vêm todos artilhados... Quase ninguém usa uma estufa para tirar o melhor partido da resina epoxy, etc etc.

E a partir de que preços é que podemos adquirir uma máquina dessas?

Pois o preço é o justo para a qualidade que apresentamos... O preço varia conforme o tipo de shape:

Se for um W – o modelo mais básico – são 1.100€.
Os WW – o modelo intermédio – 1.150€
Os W-GURU – os mais avançados – são 1.199€.

A diferença deve-se ao maior ou menor trabalho no shape: rails e linhas mais pronunciadas e alguma intervenção do cliente faz o preço aumentar um pouco. De resto os equipamentos, o tipo de poliestireno e laminagem são equivalentes. Todos os waveskis são feitos em poliestireno (esferovite) de alta densidade e baixo peso - adquirimos os blocos no estrangeiro, numa fábrica que é uma referencia a nível Europeu – são laminados com 2 camadas de fibra de 6 onças usando a mais recente tecnologia em epoxy, são pos curados em estufa, levam stringer em Poli Carbonato e reforços em PVC em todos os inserts e caixas de fins.

O preço inclui footstraps confortáveis e reguláveis, cinto extra resistente e com almofadas, banco de 5 cm de espessura, válvula de pressão, set de fins – central regulável em fibra da True Ames, laterias fixos da Future Fins, em caixas inovadoras que permitem colocar também fins da FCS.

Últimas palavras...

Peguem numa das nossas novas machines e vão para as ondas divertir-se. É o nosso grande objectivo e é para isso que todos na W trabalhamos... ver a malta a surfar, curtir e evoluir... Boas Ondas!

Obrigado Rui! Todo o sucesso para a W-Team e que o Mundial nos traga boas notícias ;)

Trabalho publicado em 24 de Março de 2010

Texto - Luis Pedro Abreu

Fotos - kayaksurf.net + Watertech Team




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